Fazer algo bom nunca foi a parte mais difícil.
Dá para criar um bom produto, contratar gente boa e construir uma marca da qual se tem orgulho. E, ainda assim, esbarrar sempre no mesmo lugar: fazer as pessoas certas descobrirem que aquilo existe.
Conhecemos esse lugar de perto. Construímos empresas no mercado financeiro e na mídia, escrevemos para centenas de milhares de leitores, testamos canais, ferramentas e fornecedores. Algumas lições saíram caras. Em quase todos os casos, o produto ficava pronto antes de existir um caminho previsível até quem precisava dele.
Nenhum canal resolve isso sozinho. Mídia paga, conteúdo, imprensa e indicação funcionam melhor quando chegam a quem já está procurando, com a mensagem certa, no momento certo.
As pessoas pararam de abrir dez abas
Agora elas perguntam. Qual empresa resolve isso? Qual serviço contratar? Qual produto serve para o meu caso? A resposta vem pronta, com poucas marcas e algumas fontes.
Uma parte da descoberta que antes acontecia em buscas, vendedores e conversas com amigos agora acontece com uma IA. Quem está na resposta é considerado. Quem não está não existe para aquela pessoa, naquele momento.
O que aprendemos
Começamos resolvendo isso para nós mesmos. Depois, por cerca de dois anos, em empresas de setores diferentes, para saber se o que funcionava podia ser repetido.
Não se trata de aparecer mais. Trata-se de aparecer no contexto certo: no momento em que alguém descreve exatamente o problema que você resolve.
As IAs não recomendam quem fala mais alto. Recomendam quem conseguem entender. Uma empresa com informação espalhada, desatualizada ou contraditória fica de fora, por melhor que seja.
Isso não se resolve com truques. Resolve-se com a verdade da empresa organizada de um jeito que as máquinas consigam ler, conferir e citar.
No que acreditamos
- A informação de uma empresa pertence à empresa. Ela deve estar publicada no domínio dela, com origem, data e versão, e não espalhada pela web à espera de que alguém a interprete direito.
- Medir vem antes de opinar. Toda conclusão nossa sai de respostas reais das IAs, guardadas por inteiro, com as fontes que elas citaram.
- Não inventamos números. Nenhuma IA publica quantas vezes uma pergunta é feita. Por isso, não fingimos saber.
- Nada vai ao ar sem uma pessoa aprovar. A tecnologia encontra e prepara. Quem conhece a marca decide.
- Distribuição boa é distribuição adequada. Cada real investido, em mídia paga ou em conteúdo, rende mais quando chega a quem já tem a necessidade. As perguntas que as pessoas fazem às IAs mostram onde essa necessidade está.
Por que a Seferu existe
O que construímos para distribuir os nossos próprios produtos virou um produto. A Seferu mostra como as IAs falam de uma marca, encontra o que mudar e prepara o trabalho para o seu time aprovar. No Enterprise, o nosso time faz esse trabalho com você, inclusive a gestão da mídia paga, com o investimento guiado pelas perguntas que os clientes fazem às IAs.
A Seferu não substitui os seus canais. Faz cada um deles chegar a quem precisa. A forma como as pessoas descobrem, avaliam e escolhem de quem comprar está mudando, e preferimos resolver o problema da distribuição a continuar convivendo com ele.
Leo Bentier, fundador da Seferu. Conheça a Seferu.